ANFAC notícias

MERCADO – INDICADORES

Fator ANFAC: 3,77% (01/10/2013) – Médias: 3,83% (alta) 3,72% (baixa)

Dólar abre o mês com alta de 0,32%

A moeda dos EUA encerrou pregão cotada a R$ 2,223, em dia de oscilações causadas por paralisação do governo americano (AE Mercados). Mais

Com arrancada no final, Bovespa fecha na máxima do dia

O Ibovespa terminou em alta de 1,61%, aos 53.179 pontos, beneficiado também pelo salto de 14% das ações da OGX (AE Mercados). Mais

O ESTADO DE S. PAULO

IPC-FIPE acumula alta de 2,24% no ano até setembro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que fechou setembro em alta de 0,25%, soma altas de 2,24% no acumulado do ano e de 4,57% no acumulado de 12 meses encerrados em setembro.

Dentre os grupos que fazem parte do IPC, o que apresentou a maior alta no acumulado do ano foi Educação (7,00%), seguido por Saúde (5,70%), Despesas Pessoais (3,11%), Alimentação (2,67%), Vestuário (2,02%), Transporte (1,30%) e Habitação (0,78%). Mais

VALOR ECONÔMICO

Brasil fica na lanterna entre bolsas mundiais

Os mercados acionários do Brasil e do Japão começam o último trimestre do ano em campos totalmente opostos. Enquanto o Ibovespa, principal termômetro da bolsa brasileira, tem o pior desempenho de uma lista de 33 índices, com queda de 14,1% em moeda local, o Nikkei-225 tem a melhor performance, com valorização de 39,06% até o último pregão de setembro. Em 12 meses, O Nikkei-225 sobe 63%, enquanto o Ibovespa acumula baixa de 11,6%. A comparação considera 27 países mais a zona do euro. Considerando-se os índices em dólar, a evolução do Ibovespa é ainda pior, com queda de 21,3% no ano e de 19,5% em 12 meses. O Nikkei avança 21,75% no ano e 29,16% em 12 meses.

O comportamento dos índices mostra que os analistas projetam um futuro mais positivo para a economia japonesa, o que não ocorre no Brasil. O levantamento, feito pelo Valor Data, engloba países como Estados Unidos, Inglaterra, França, Canadá, Chile, México, China e Coreia do Sul. Mais

VALOR ECONÔMICO

Regra de pagamento por CNPJ é questionada

Em outro embate que envolve o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), participantes de fundos de previdência com investimentos em bancos que faliram questionam na Justiça comum a forma de indenização usada pelo sistema. Há 43 ações em tramitação contra o FGC sobre esse tema. Do total, 27 têm entendimento favorável ao FGC e 15 são contra. Há ainda um processo cujo mérito não foi apreciado, segundo a assessoria de imprensa da entidade.

As ações discutem o dispositivo do regimento interno do FGC, que prevê o pagamento de uma garantia às pessoas físicas ou jurídicas prejudicadas pela liquidação de instituições financeiras. Atualmente, o valor é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme a regra. Porém, os fundos de previdência defendem que esse valor seja pago a cada participante. Mais